{"id":12530,"date":"2024-07-31T15:37:06","date_gmt":"2024-07-31T18:37:06","guid":{"rendered":"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/?p=12530"},"modified":"2024-07-31T18:31:56","modified_gmt":"2024-07-31T21:31:56","slug":"mayawari-arte-indigena-e-a-tradicao-menihaku","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/mayawari-arte-indigena-e-a-tradicao-menihaku\/","title":{"rendered":"Mayawari: Preserva\u00e7\u00e3o da Arte Ind\u00edgena e a tradi\u00e7\u00e3o Menihaku"},"content":{"rendered":"<p>Biografia de <a href=\"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/?post_type=artesao&amp;p=11645&amp;preview=true\">Mayawari Mehinako<\/a><\/p>\n<p><em>\u201cNasci em 18\/03\/1989 e moro na aldeia Kaup\u00fcna do Parque Ind\u00edgena Xingu, munic\u00edpio de Ga\u00facha do Norte (MT). Sou professor graduado em L\u00ednguas, Artes, Literaturas e tamb\u00e9m sou artista de designer est\u00e9tica em madeira. Fui premiado pela Casa Vogue, tenho experi\u00eancia como artista e fui fundador e presidente do Instituto de Arte Ind\u00edgena Brasileira Xepi. Sou expositor de arte Menihaku nas feiras das exposi\u00e7\u00f5es nacionais e internacionais. Exer\u00e7o a fun\u00e7\u00e3o da curadoria de exposi\u00e7\u00f5es junto com outros curadores. Tamb\u00e9m fa\u00e7o parte da lideran\u00e7a da representatividade do meu povo Menihaku e dos povos do Xingu\u201d.<\/em><\/p>\n<p>Mayawari pertencente \u00e0 etnia Menihaku e acompanhou a hist\u00f3ria da arte de seu povo atrav\u00e9s de seu pai, um artista especializado em plumagem, cestaria, pintura, escultura, bioj\u00f3ias e colares. Ele aprendeu todas essas habilidades com seu pai, que era um mestre na cria\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as art\u00edsticas e ensinou seu povo. O objetivo de Mayawari ao aprender a profiss\u00e3o art\u00edstica \u00e9 manter viva a arte do povo Menihaku, que faz parte do dia a dia da comunidade. As cria\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o feitas como objetos de fantasia, mas para uso cotidiano, como bancos, cuias, remos e outros itens. Assim, seu principal objetivo \u00e9 preservar a arte de sua etnia ensinando as gera\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n<figure id=\"attachment_12134\" aria-describedby=\"caption-attachment-12134\" style=\"width: 575px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-12134\" src=\"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako-300x170.jpeg\" alt=\"\" width=\"575\" height=\"326\" srcset=\"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako-300x170.jpeg 300w, https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako-190x108.jpeg 190w, https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako.jpeg 720w\" sizes=\"(max-width: 575px) 100vw, 575px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-12134\" class=\"wp-caption-text\">Fonte da imagem: Mayawari Mehinako.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Quando Mayawari e a arte do povo Menihaku entraram no mercado do artesanato, ele percebeu a import\u00e2ncia de gerar renda para seu povo, tornando-se um de seus objetivos produzir e transmitir esse conhecimento para as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es. A arte criada por ele e sua comunidade \u00e9 variada, incluindo arcos, cuias, bancos e outros materiais de madeira, como moreira, jatob\u00e1, piranheira, sucupira, ip\u00ea, entre outros. A arte da plumagem para fazer colares e brincos tamb\u00e9m \u00e9 feita por membros de sua etnia, embora Mayawari ainda n\u00e3o tenha aprendido a fazer esses objetos.<\/p>\n<h2><strong>A Aprendizagem e a Transmiss\u00e3o do Conhecimento<\/strong><\/h2>\n<p>Mayawari continua aprendendo coisas novas. Testou outras artes, como a cestaria, mas n\u00e3o avan\u00e7ou tanto nesse aprendizado. Todos os conhecimentos que adquiriu foram absorvidos durante a \u201cfase de reclus\u00e3o\u201d, um rito de passagem de sua cultura, um per\u00edodo para aprender essas tradi\u00e7\u00f5es. Outro objetivo de Mayawari ao se tornar artista\/artes\u00e3o \u00e9 defender a arte pertencente ao seu povo. \u201cTodos n\u00f3s do Xingu precisamos entrar em contato com a nossa arte, ela diz muito sobre nosso passado e sobre quem somos.\u201d Ele entende que precisa aprender essa arte e levar a hist\u00f3ria e cultura de seu povo para fora da comunidade, nas cidades grandes e fora do pa\u00eds. Mayawari ressalta a import\u00e2ncia de contar suas pr\u00f3prias hist\u00f3rias, rituais e como as coisas funcionam dentro de sua comunidade, em di\u00e1logo com sua express\u00e3o art\u00edstica. Existe a necessidade de mostrar para os n\u00e3o-ind\u00edgenas qual o significado e o contexto daquela arte.<\/p>\n<p>Para confeccionar bancos, utilizam fac\u00e3o, machado, lima e broca. Mas, atualmente, tamb\u00e9m empregam a motosserra para agilizar o trabalho, al\u00e9m de outros equipamentos el\u00e9tricos como lixadeiras, esmerilhadeiras e politrizes para fazer o acabamento. Cada pintura tem um significado, e diversos materiais s\u00e3o usados para dar acabamento, como escamas de peixe, dentes de peixe piranha, grafismo de morcego, casca de jabuti, entre outros. A tinta preta para pintar madeira, por exemplo, \u00e9 feita de uma resina de uma planta chamada ing\u00e1, que misturada com carv\u00e3o em p\u00f3 se transforma num tipo de tinta. A tinta vermelha vem do urucum, aplicada sobre a resina de ing\u00e1. A cor branca \u00e9 obtida da terra branca encontrada no campo e no brejal. E a amarela \u00e9 feita de a\u00e7afr\u00e3o, utilizado tamb\u00e9m nas pinturas corporais.<\/p>\n<figure id=\"attachment_12151\" aria-describedby=\"caption-attachment-12151\" style=\"width: 594px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-12151\" src=\"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako-1-300x285.jpeg\" alt=\"\" width=\"594\" height=\"564\" srcset=\"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako-1-300x285.jpeg 300w, https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako-1-190x181.jpeg 190w, https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako-1.jpeg 720w\" sizes=\"(max-width: 594px) 100vw, 594px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-12151\" class=\"wp-caption-text\">Fonte da imagem: Mayawari Mehinako.<\/figcaption><\/figure>\n<h2><strong>A Import\u00e2ncia da Arte para a Comunidade Menihaku<\/strong><\/h2>\n<p>Existem trabalhos espec\u00edficos para homens e mulheres na comunidade. As mulheres, por exemplo, se dedicam \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de redes, esteiras, cuias e colares. Hoje, Mayawari se considera um mestre em algumas artes, mas reconhece que ainda tem muito a aprender, principalmente com seu pai. Ele destaca que o aprendizado das artes \u00e9 coletivo, envolvendo primos e tios, e que todo material \u00e9 obtido no mato ou no campo, com o acabamento sendo feito na casa ou na aldeia. Observando e pesquisando, em contato com a terra, a arte se desenvolve.<\/p>\n<figure id=\"attachment_12154\" aria-describedby=\"caption-attachment-12154\" style=\"width: 588px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-12154\" src=\"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako-2-300x294.jpeg\" alt=\"\" width=\"588\" height=\"577\" srcset=\"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako-2-300x294.jpeg 300w, https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako-2-190x186.jpeg 190w, https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako-2.jpeg 720w\" sizes=\"(max-width: 588px) 100vw, 588px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-12154\" class=\"wp-caption-text\">Fonte da imagem: Mayawari Mehinako.<\/figcaption><\/figure>\n<h2><strong>A Tradi\u00e7\u00e3o Cultural dos Mehinaku<\/strong><\/h2>\n<p>O povo Menihaku habita a regi\u00e3o sul do Alto Xingu. Divididos em cinco aldeias com aproximadamente 500 pessoas, s\u00e3o falantes da l\u00edngua materna da fam\u00edlia lingu\u00edstica Aruak. Os nomes das aldeias s\u00e3o: Menihaku, Utawana, Kurisevo, Aturua e Kaup\u00fcna. As aldeias s\u00e3o ligadas ao munic\u00edpio de Ga\u00facha do Norte no Estado do Mato Grosso. As aldeias possuem seus caciques e membros das lideran\u00e7as que s\u00e3o respons\u00e1veis por suas comunidades. Eles vivem da pesca e da ca\u00e7a, e costumam comer beiju feito de massa e polvilho de mandioca. As festas e rituais s\u00e3o praticados cotidianamente para alegrar os esp\u00edritos, onde as pessoas se re\u00fanem para celebrar juntos com dan\u00e7as e cantos sagrados.<\/p>\n<p>A aldeia \u00e9 circular e em volta t\u00eam as ocas tradicionais cobertas de palhas de sap\u00e9 e madeira, onde os donos moram com suas fam\u00edlias. Existe uma agricultura tradicional que cada um responsabiliza suas plantas. Na aldeia, h\u00e1 produ\u00e7\u00e3o de arte Menihaku, como bancos, remos, cestas, esteiras, artigos de acess\u00f3rios, panelas de cer\u00e2mica, m\u00e1scaras espirituais, cuias de caba\u00e7as, entre outros produtos artesanais. Assim, o povo Menihaku mant\u00e9m sua cultura viva, tradi\u00e7\u00e3o, l\u00edngua e os conhecimentos s\u00e3o ensinados de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h2><strong>A Import\u00e2ncia dos Bancos na Arte Ind\u00edgena<\/strong><\/h2>\n<p>A arte ind\u00edgena vem da cosmologia de cada povo, tornando-se um s\u00edmbolo \u00e9tnico conforme sua express\u00e3o art\u00edstica ancestral, contempor\u00e2nea e espont\u00e2nea. O banco \u00e9 usado para sentar-se no cotidiano e nas pr\u00e1ticas culturais de assento ritual\u00edstico. O banco est\u00e1 presente na casa dos ind\u00edgenas, sendo feminino ou masculino, conforme o g\u00eanero do dono da casa. Por isso, os bancos possuem desenhos de animais sexuados e gravuras que remetem ao mundo espiritual dos povos ind\u00edgenas, como um \u00fatero feminino ou um p\u00eanis masculino. Al\u00e9m disso, os bancos s\u00e3o considerados pe\u00e7as importantes para exposi\u00e7\u00f5es em museus culturais internacionais por serem aut\u00eanticos e \u00fanicos de cada tribo.<\/p>\n<p>Os bancos s\u00e3o feitos em madeira maci\u00e7a esculpida \u00e0 m\u00e3o, com desenhos geom\u00e9tricos ou figuras zoom\u00f3rficas representando animais importantes para a tribo como jaguar, tartaruga, cobra, entre outros. Tamb\u00e9m s\u00e3o encontrados em formas de animais e p\u00e1ssaros mitol\u00f3gicos. As madeiras mais comuns usadas para a confec\u00e7\u00e3o dos bancos s\u00e3o o cedro vermelho, ita\u00faba, louro preto e outras esp\u00e9cies amaz\u00f4nicas. Os artistas costumam esculpir a madeira at\u00e9 alcan\u00e7ar as formas planejadas e depois decoram com grafismos tradicionais e pinturas que remetem aos seus peixes, num universo de floresta amaz\u00f4nica exuberante.<\/p>\n<p>Os bancos s\u00e3o esculpidos sempre partindo de um \u00fanico tronco de madeira, sem juntas ou emendas, produzidos manualmente com as seguintes ferramentas b\u00e1sicas: fac\u00e3o, enx\u00f3, machado, lima, form\u00e3o e grosa, al\u00e9m de equipamentos el\u00e9tricos, como lixadeira e politriz, para polir e dar o acabamento final. Para pintar os bancos com desenhos tradicionais, utiliza-se a resina de uma planta como tinta natural. Os desenhos incluem peixes, animais e insetos, misturados com p\u00f3 de carv\u00e3o fino. A cerda do porco urucum \u00e9 usada para criar os vermelhos nos bancos. Antes da pintura final, aplica-se a cera de abelha com parafina, para selar a cor. Por fim, o \u00f3leo de pequi \u00e9 utilizado para impermeabilizar os bancos.<\/p>\n<figure id=\"attachment_12163\" aria-describedby=\"caption-attachment-12163\" style=\"width: 578px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-12163\" src=\"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako-3-300x290.jpeg\" alt=\"\" width=\"578\" height=\"559\" srcset=\"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako-3-300x290.jpeg 300w, https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako-3-190x183.jpeg 190w, https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-content\/uploads\/2024\/06\/Mayawari-Mehinako-3.jpeg 720w\" sizes=\"(max-width: 578px) 100vw, 578px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-12163\" class=\"wp-caption-text\">Fonte da imagem: Mayawari Mehinako.<\/figcaption><\/figure>\n<p>A divulga\u00e7\u00e3o da arte ind\u00edgena \u00e9 extremamente fundamental, pois simboliza os povos tradicionais e sua cosmologia. Isso permite que o mundo conhe\u00e7a o verdadeiro patrim\u00f4nio art\u00edstico brasileiro, mantendo vivas as tradi\u00e7\u00f5es e produ\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas. As vendas de arte ind\u00edgena se tornaram um meio de gera\u00e7\u00e3o de renda familiar e comunit\u00e1ria, melhorando a qualidade de vida nas aldeias e garantindo apoio financeiro para um povo que preserva sua identidade cultural atrav\u00e9s da arte.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mayawari pertencente \u00e0 etnia Menihaku e acompanhou a hist\u00f3ria da arte de seu povo atrav\u00e9s de seu pai, um artista especializado em plumagem, cestaria, pintura, escultura, bioj\u00f3ias e colares. Ele aprendeu todas essas habilidades com seu pai, que era um mestre na cria\u00e7\u00e3o de pe\u00e7as art\u00edsticas e ensinou seu povo.<\/p>\n","protected":false},"author":313,"featured_media":12150,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"aside","meta":{"footnotes":""},"categories":[281],"tags":[],"opcoes-da-programacao":[82],"class_list":["post-12530","post","type-post","status-publish","format-aside","has-post-thumbnail","hentry","category-artigo","post_format-post-format-aside","opcoes-da-programacao-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12530","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-json\/wp\/v2\/users\/313"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12530"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12530\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12150"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12530"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12530"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12530"},{"taxonomy":"opcoes-da-programacao","embeddable":true,"href":"https:\/\/homologacaosites.rj.sebrae.com.br\/crab\/wp-json\/wp\/v2\/opcoes-da-programacao?post=12530"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}